Questionário de avaliação da 9ª Oficina para Inclusão Digital.

Posted by admin on julho 23rd, 2010 — Posted in Sem categoria

Este questionário tem por objetivo verificar a efetividade e validade da 9 ª Oficina para Inclusão Digital. Sua colaboração é muito importante para que seja possível aprimorar o trabalho da organização em edições futuras, por isso contamos com preenchimento e envio do mesmo. Serão mantidos anonimato e sigilo das respostas.

Click aqui para preencher o questionário .

Certificados Disponíveis

Posted by admin on julho 21st, 2010 — Posted in Sem categoria

Os certificados estão disponíveis para download no site da oficina pelo menu ** Certificados ** ou pelo link http://miud.in/8pA .

CERTIFICADOS

Posted by admin on julho 1st, 2010 — Posted in Notícias

Comunicamos que, em virtude de problemas técnicos, o certificados
ainda não estão disponíveis para dowload.
A equipe técnica da 9a. OID está trabalhando para, o mais brevemente
possível, liberar o documento.

A Coordenação da 9a.OID

Hora de olhar para o futuro

Posted by admin on junho 24th, 2010 — Posted in Notícias

A 9ª Oficina para a Inclusão Digital teve suas atividades encerradas agora a pouco, mas deixa como legado um sentimento de esperança para todos os seus participantes, que por três dias participaram de debates, oficinas, palestras e plenárias, analisando o passado e debatendo o futuro da inclusão digital na sociedade brasileira.

O coordenador do Comitê Técnico para a Inclusão Digital e presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, considera-se satisfeito com o resultado final da 9ª Oficina: “Foram mais de 1.300 pessoas inscritas, entre representantes de todos os estados. Estou muito feliz por ver que este projeto, iniciado dez anos atrás, dá cada vez mais resultados e continua firme e forte no seu objetivo de garantir a inclusão digital”, disse.

Ao completar 10 anos de discussão como política pública, a inclusão digital passou de um ideal para uma certeza cada vez mais consolidada. Para Rodrigo, a estrutura está pronta para novas conquistas. “Olhamos para trás e vimos que a vivência do passado foi interessante e enriquecedora, e com essa experiência adquirida queremos traçar metas para a próxima década”, finalizou o coordenador.

Durante a cerimônia de encerramento também foram apresentados os Tópicos de Brasília, conjunto de propostas apresentadas às autoridades após os três dias do encontro. Onze entidades participaram da confecção do documento. A diretora do Coletivo Digital, Beatriz Tibiriça, foi a escolhida para apresentar os Tópicos de Brasília. “Decidimos na reunião que não seria redigida uma carta, como em anos anteriores, mas sim um conjunto de tópicos. As propostas estão em aberto para incluir a participação da sociedade. Pretendemos consolidar a nossa posição e preparar o terreno para obstáculos futuros. Vamos continuar lutando para garantir o direto à inclusão digital para todos os brasileiros”, explicou Beatriz.

Tópicos de Brasília – 9ª Oficina para a Inclusão Digital

● Novo patamar: os três programas e os próximos dez anos.

● Garantir, qualquer que seja o governo, a universalização da inclusão digital para o povo brasileiro.

● Rever a forma com está se estabelecendo as relações entre o governo e a sociedade civil.

Exemplo 1: complementar os grandes convênios com prêmios menores que não comprometam a continuidade das entidades.

Exemplo 2: a criação de uma lei específica para tratar convênios com a sociedade civil.

● O nosso movimento mantém-se autônomo e independente, mas deve continuar a atuar dentro de outros movimentos e outras conferências para conquistar capilaridade suficiente para construirmos uma conferência nacional de Inclusão Digital.

● Apropriação, por parte das iniciativas de Inclusão Digital, do Fórum da Cultura Digital Brasileira como um ambiente de construção de políticas públicas para a cultura e a ID.

● Construir encontros regionais ou estaduais, para preparar a oficina nacional, elegendo os delegados que serão financiados pela oficina para participar do encontro nacional.

● Buscar financiamento para a participação dos conselhos gestores e entidades locais na Oficina Nacional de Inclusão Digital.

● Rever o formato da oficina, para que as atividades formativas não conflitem com as atividades de discussão política da inclusão digital. Além de ampliar os espaços onde as entidades locais possam expressar suas dificuldades e propor soluções.

● Dentro do Telecentros.BR propor a descentralização das atividades formativas e a criação de redes temáticas como uma rede de manutenção e suporte, que será necessária nos próximos meses.

● Eleição de representantes da sociedade civil para o Comitê Técnico de Inclusão Digital e para o Comitê Gestor do Programa de Inclusão.

● Digital, nos moldes do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.BR). Os representantes da sociedade civil devem ter assegurados de forma permanente direito a voz e voto dentro desses comitês.

● Que o Fórum Brasil Conectado transmita em tempo real suas reuniões e tenha estratégias para a incorporação das propostas advindas da sociedade civil.

● Publicação dos códigos fonte do ONID e permitir o acesso ao seu banco de dados para garantir a governança dos dados em períodos de alternância política.

Organizações:

Sampa.org

Cidadania Digital

Coletivo Digital

Fórum Nacional dos Pontos de Cultura

Fórum da Cultura Digital Brasileira

Comitê de Educação para a Democratização da Informática – São Paulo/SP

Programando o Futuro

Pontão de Cultura Minuano

Rede Marista de Solidariedade

IPSO

Você na 9ª Oficina

Posted by admin on junho 24th, 2010 — Posted in Você na Oficina

“Sou do município de Guaíba, no Rio Grande do Sul. Participei da 9º Oficina para a Inclusão Digital como representante religiosa da nossa comunidade, que foi agraciada com um telecentro. Nós nos sentimos contemplados espiritualmente com mais esta conquista. Avançamos rumo à inclusão digital à passos largos, sobre a tutela de Oxalá”, Mãe Carmem do Oxalá, Guaíba (RS).

Representantes do governo do México visitam a 9ª Oficina

Posted by admin on junho 24th, 2010 — Posted in Sem categoria

Representantes do Sistema Nacional E-México, órgão responsável pelos programas de inclusão digital do governo mexicano, visitaram nesta quinta-feira, 24, a 9ª Oficina para Inclusão Digital, em Brasília. Jorge Alonso Estrada e Arturo Valério vieram conhecer os programas brasileiros nessa área e levantar informações para a reformulação da política de inclusão digital daquele país. “Estamos buscando experiências bem-sucedidas para elaborar um projeto de reforma do sistema mexicano de inclusão digital. Já passamos pela Índia, Espanha, Holanda e agora viemos conhecer a experiência brasileira, que é muito rica”, afirmou ao blog o mexicano Estrada. Assim como o Brasil, o México também possui um programa para ampliar o número de telecentros. Atualmente, são 8,5 mil, e a meta é expandir para 24 mil até 2012.

Você na 9ª Oficina

Posted by admin on junho 24th, 2010 — Posted in Você na Oficina

“Achei a 9ª Oficina para a Inclusão Digital muito legal. Faço parte da Casa Puraqué de Cultura Digital e Cidadania e é encantador encontrar e trocar experiências com pessoas que realmente acreditam no ideal da inclusão digital” Jader Gama, Santarém, Pará.

Jovens recondicionam computadores no Gama

Posted by admin on junho 24th, 2010 — Posted in Reportagens

 Algo que pode parecer apenas lixo para alguns pode se transformar em oportunidades para outros. Capacitação profissional, inserção no mercado de trabalho e reciclagem são algumas das conquistas obtidas pelo Centro de Recondicionamento de Computadores do Gama (CRC-Gama/DF), um dos integrantes do projeto Computadores para a Inclusão.

Recondicionar computadores doados para em seguida entregá-los a telecentros comunitários, escolas públicas e bibliotecas, contribuindo dessa forma para a inclusão digital da população brasileira já seria por si só um baita favor para nossa sociedade. Agora, soma-se a isso o fato do CRC-Gama/DF oferecer cursos de informática para adolescentes e jovens, entre os quais os de manutenção e montagem de computadores, de onde saem as máquinas citadas no início deste parágrafo.

Além disso, a preocupação com o meio ambiente é presença constante. Todo o equipamento de informática não reaproveitado durante o processo de recondicionamento é enviado para um parceiro de São Paulo que fica responsável de dar o destino ecologicamente correto ao material, que traz, entre várias substâncias, metais pesados como chumbo e mercúrio.

A estrutura do CRC-Gama/DF conta com um telecentro, dois laboratórios de informática, laboratório de manutenção de computadores. Com cerca de 1.000 m2 de área construída, o tem capacidade de recondicionar três mil máquinas por ano, além de oferecer cursos para a comunidade local. Inaugurado em 2007, o centro já recondicionou mais de 3.500 máquinas e treinou 778 alunos.

Na oficina de recondicionamento são formados 30 alunos a cada cinco meses. Lá os estudantes têm a oportunidade de adquirir conhecimento, enriquecer o currículo e aprender um novo ofício. A coordenadora geral do CRC-Gama/DF, Zélia Victorino dos Santos, explica que os jovens saem com uma bagagem adquirida que pode fazer diferença na hora de arrumar um emprego: “eles lidam com máquinas de diversas origens, e resolvem muitos problemas diferentes. Assim ganham muita experiência”, conta.

O reflexo disso, segundo a coordenadora, é que o mercado de trabalho passou a reconhecê-los cada vez mais: “como o projeto é muito bem visto pela comunidade e pelas empresas, vários de nossos ex-alunos já estão empregados, enquanto outros montaram seus próprios negócios”, falou Zélia.

Atualmente o depósito do CRC-Gama conta com 1320 monitores e 500 gabinetes. As máquinas que estão prontas serão distribuídas a telecentros que solicitaram equipamentos por meio do programa Telecentros.BR, e para outros projetos que serão analisados pela coordenação nacional ao longo de 2010, inscritos pelo site do projeto.

Zélia revela que o centro já enviou computadores para comunidades dos mais diversos recantos do país, como para uma aldeia indígena no Oiapoque até uma vila de pescadores, na região Norte. “Até pouco tempo atrás mandávamos muitas máquinas para o Nordeste. Nós fazemos as entregas diretamente para as entidades, que ficam responsáveis pelo traslado dos equipamentos até o destino final”, disse a diretora.

Saiba mais:

O Projeto Computadores para Inclusão foi criado em 2004 e compõe a política de inclusão digital do Governo Federal. Coordenado pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão – SLTI/MP, é uma das ações do Programa Inclusão Digital, integrante do Plano Plurianual de Aplicações (PPA).

O primeiro Centro de Recondicionamento de Computadores do Projeto Computadores para Inclusão, CRC-Cesmar, foi inaugurado em junho de 2006, na cidade de Porto Alegre (RS). Em 2007, iniciaram suas atividades os CRCs Gama, em Brasília (DF), e Oxigênio, em Guarulhos (SP). A unidade de Belo Horizonte (MG) entrou em operação em junho de 2008, e a do Recife (PE) em outubro de 2009. Os CRCs do Pará, em Belém, e Bahia, em Lauro de Freitas, encontram-se em processo de implantação. Reportagem: Jirlan Biazatti.

Professor da UnB fala sobre o Marco Civil da Internet

Posted by admin on junho 24th, 2010 — Posted in Notícias, Sem categoria

A necessidade ou não de um Marco Civil para a Internet e as limitações das liberdades individuais no cyber espaço foram os temas dominantes no debate sobre o assunto nesta quinta-feira, 24, na 9ª Oficina para a Inclusão Digital.

O professor do departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB), Pedro Rezende, acredita que o Marco Civil pode proteger a sociedade contra tentativas futuras de restrição a liberdades individuais na Internet.

“O mito do grande irmão que tudo observa não é tão irreal quanto pensam. Para isso acontecer, basta aparecer um momento propício para governos, grandes conglomerados das telecomunicações e da tecnologia se unirem. É tecnicamente possível. Já existem tecnologias para isso. Falta apenas esse momento certo”, comentou.

O cenário mais alarmante para o professor é o fato da insegurança a respeito do destino das informações privadas que circulam na rede. “Quem usa essas informações? Projetos de leis já pretendem oferecer esses dados a órgão interessados em usá-los. Temos que ter o cuidado para não aprovarmos leis que diminuem nossas liberdades individuais, se não correremos o risco de sofrermos os reflexos disso no futuro”, comentou. Reportagem: Jirlan Biazatti.

FBB lança cartilha para portadores de necessidades especiais

Posted by admin on junho 24th, 2010 — Posted in Notícias

Durante a 9ª Oficina para a Inclusão Digital foi lançada a cartilha da acessibilidade, um projeto da Fundação Banco do Brasil em parceria com educadores, monitores e representantes de instituições de apoio a deficientes. Clique aqui para fazer o download.

De acordo com o Censo 2000 (IBGE), existem no Brasil aproximadamente 25 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que corresponde a 14,5% da população. Um dos desafios da sociedade é não deixar essa multidão de fora da inclusão digital. Para isso, a preocupação com a acessibilidade torna-se cada vez mais necessária.

 O coordenador do projeto, Paulo Nishi, conta que a iniciativa pretende mostrar a parceiros que não é tão difícil promover a acessibilidade. Elaborada tendo como base a Convenção da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre os direitos das pessoas com deficiência, a cartilha tem um caráter didático, tornando fácil o entendimento de quem a lê. “O material tem um visual leve, com conteúdo amigável. Não é um apanhado de informações que assusta o leitor. A cartilha dá dicas na construção do espaço físico, na comunicação interpessoal e na instalação de softwares livres que permitam o acesso à inclusão digital”, explica Paulo.

Cego desde os 14 anos, Deni Carlos Alves de Freitas participou da confecção da cartilha. Ele concorda que esse é um marco na luta pela acessibilidade, mas lembra que muita coisa ainda deve ser feita. “As coisas nunca evoluem como gostaríamos, mas houve um progresso muito grande. A tecnologia é parceira da acessibilidade. Hoje existem softwares livres que auxiliam os deficientes na hora de incluir-se no mundo digital”, contou.

Sites de informações e conteúdos

www.bengalalegal.com (deficiência visual, acessibilidade e inclusão social).

www.deficientevisual.org.br (deficiência visual).

www.defnet.org.br (deficiência física, inclusão social).

www.sentidos.com.br (educação, inclusão social).

www.saci.org.br (inclusão social, inclusão digital).

www.serdown.org.br (inclusão social das pessoas com Síndrome de Down).

www.assistiva.org.br (tecnologia assistiva).

www.acessobrasil.org.br (inclusão digital, educação, tecnologia assistiva).

www.acessibilidade.org.br (normas técnicas).

www.abnt.org.br (normas técnicas).

Sites de instituições

www.aacd.org.br (Associação de Assistência à Criança Deficiente).

www.ines.gov.br (Instituto Nacional de Educação de Surdos).

www.apabb.org.br (Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco do Brasil e da Comunidade).

www.apaebrasil.org.br (Associação de Pais e Amigos de Excepcionais).

www.icepbrasil.com.br (Instituto Cultural, Educacional e Profissionalizante de Pessoas com Deficiência do Brasil).

www.laramara.org.br (Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual).

Sites para download de programas

www.codigolivre.com.br (software livre).

www.sourceforge.net (software livre).

www.intervox.nce.ufrj.br/dosvox (Dosvox).

www.nvda-project.org (Nonvisual desktop access-nvda). www.intervox.nce.ufrj.br/linvox (Linvox).

www.freedomscientific.com (Jaws).

www.virtualvision.com.br (Virtual vision).

www.acessobrasil.org.br/libras (dicionário de libras).

www.rybena.org.br (Player rybena).

www.intervox.nce.ufrj.br/motrix (projeto motrix).

www.bengalabranca.com.br (Magic).